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Combate corpo a corpo

Tecnologias de pulverização dirigida, como a recém-chegada WEEDit, criada na Holanda e desenvolvida na Austrália, garantem bons resultados no combate às plantas daninhas, cada vez mais resistentes aos agroquímicos.


Tecnologia aplica agroquímicos diretamente na planta

Foto: Divulgação WEEDit

Desde 2009, quando terminou a faculdade de agronomia em Campo Grande (MS), Ricardo Alexandre Borges vinha pesquisando alternativas de combate às plantas daninhas. Produtor tecnificado, acreditava que a solução incluía pulverizações em taxas variáveis na lavoura. Os sistemas tradicionais de manejo já não estavam funcionando bem, os custos com agroquímicos aumentavam ano a ano, mas até então ele dormia relativamente bem. Borges perdeu o sono há cerca de cinco anos, quando comprovou na prática a crescente resistência de espécies invasoras aos herbicidas, especialmente ao glifosato. Apesar do baque, não desanimou. Continuou a busca por produtos e/ou equipamentos que lhe permitisse controlar as daninhas, de preferência a baixo custo.

No início deste ano, Borges soube que acabava de chegar ao Brasil uma tecnologia originária da Holanda – a WEEDit (algo como “capine isto” em tradução não literal), adaptada à agricultura pelos australianos, que permite a aplicação direta na planta. Ele entrou em contato com os representantes, acompanhou uma demonstração, gostou do que viu e decidiu investir pouco mais de meio milhão de reais na compra do equipamento para uso nas Fazendas Nova Geração (FNG), com terras próprias e arrendadas em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás. Resultado: somente na dessecação de plantas daninhas em 6.510 hectares, antes do plantio de soja, economizou R$ 436.170 em herbicidas. Feliz com a aquisição, disse: “O investimento será pago, com sobras, até o final da safra 2017/18”.

Jateamento controlado

A Agro DBO presenciou no mês passado a estreia da WEEDit no Centro-Oeste, mais precisamente na unidade da FNG na tríplice divisa entre Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. “Pelo mapa, a fazenda fica em Goiás, mas oficialmente está cadastrada no município de Costa Rica, no Mato Gosso do Sul”, comenta Borges sobre o imbróglio geográfico. Além de pioneiro na região no uso do equipamento, ele é o terceiro a utiliza-lo em escala comercial no país (antes dele, foi usado em duas fazendas na Bahia) e o primeiro, segundo os fornecedores, a acoplar a estrutura em um pulverizador com barra de fibra de carbono de 36 metros de comprimento. “É o maior pulverizador a embarcar a tecnologia no Brasil”, garante Mateus Tonini Eitelwein, gerente de produto e sócio da Smart Sensing Brasil, empresa criada neste ano de 2017 para ser a representante da novidade no mercado brasileiro.


Fonte: Portal DBO


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